Os Jogos Olímpicos de 2024, em Paris, é o evento esportivo mais importante do ano que vem. Com cerimônia de abertura marcada para o dia 26 de julho de 2024, as Olimpíadas irão durar até o dia 11 de agosto. Até o momento, 192 países confirmaram participação nos jogos. O Brasil é um dos países participantes, e a expectativa é que o país tenha uma delegação de cerca de 700 atletas. Além disso, por conta da guerra na Ucrânia, nenhuma bandeira, hino, cores ou qualquer outra identificação da Rússia ou de Belarus poderão ser exibidas. Neste caso, os atletas representarão apenas o comitê olímpico de cada país. Além disso, nenhum governo ou funcionário estatal russo ou belarusso será convidado ou credenciado para as olimpíadas.
Paris 2024 trará as competições esportivas para o coração da “cidade luz”, e um grande exemplo disso é o fato de que a abertura acontecerá no rio Sena e poderá ser vista por parte do público em pontos da cidade, mesmo sem ingresso.
O desfile de atletas, que tradicionalmente acontece dentro de um estádio, será no Sena, com barcos para cada delegação nacional equipados com câmeras para que os espectadores possam acompanhar tudo ao redor do mundo. Os 10.500 atletas passarão por todo o centro de Paris.
Durante a cerimônia, os atletas aparecerão no palco ao lado de atrações musicais que ainda não foram divulgadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). Confira abaixo o que sabemos até agora sobre os Jogos Olímpicos de Paris.
Abertura
De forma inédita, a Cerimônia de Abertura será aberta a grande parte do público, sem ingresso para os espectadores nos setores superiores. Aqueles que quiserem ver a cerimônia nos setores inferiores, da ponte Austerlitz à ponte de Iéna, terão que comprar ingressos.
De acordo com o COI, centenas de milhares de espectadores terão a chance de estar nas festividades, 10 vezes mais do que seria possível em um estádio Olímpico. Cerca de oitenta telões e caixas de som estrategicamente posicionadas permitirão que todos curtam a atmosfera do show, que promete reve
O desfile no rio seguirá o curso do Sena, de leste a oeste, cobrindo uma distância de seis quilômetros. Partirá da ponte de Austerlitz, ao lado do Jardim das Plantas, passando por duas ilhas no centro da cidade, a Île Saint Louis e a Île de la Cité, então passando por baixo de diversas pontes. Os atletas verão alguns dos locais oficiais dos Jogos, como a Place de la Concorde, a Esplanade des Invalides, o Grand Palais, e por fim a ponte de Iéna, onde o desfile chega ao fim no Trocadéro, para o final da cerimônia. Monumentos icônicos poderão ser vistos durante o desfile, como a Catedral de Notre-Dame, o Museu do Louvre, a Pont des Arts e o Museu d’Orsay.
Revezamento da tocha olímpica
O Revezamento Olímpico da Tocha Olímpica começará sua jornada na França em 8 de maio de 2024, com a chama chegando a Marselha antes de 68 dias de viagem pelo território francês. Segundo informou o COI, a jornada da tocha começa com a chegada da chama olímpica em Marselha, em 8 de maio, vinda de Atenas, na Grécia. Durante o percurso, a tocha vai passar por 65 territórios, entre eles cinco ultramarinos. São eles: Guadalupe, Guiana Francesa, Martinica, Polinésia Francesa e Reunião. Mais de 400 cidades fazem parte do trajeto e ao todo cerca de 10.000 pessoas levarão a tocha no tradicional revezamento e cada uma delas vai percorrer 200 metros do trajeto até o dia 26 de julho, quando a pira olímpica será acesa na cerimônia de abertura.
Mascote
Desde que Shuss, uma mascote vermelha, azul e branca em esquis, apareceu nos Jogos Olímpicos de Inverno de Grenoble 1968, mascotes têm sido embaixadoras divertidas e festivas em momentos olímpicos. Agora é a hora das Phryges, os mascotes dos Jogos de Paris 2024. “Escolhemos um ideal em vez de um animal”, disse o presidente da olimpíada, Tony Estanguet, quando as mascotes foram reveladas em 14 de novembro. “Escolhemos o barrete frígio porque é um símbolo muito forte da República Francesa. Para os franceses, é um objeto muito conhecido que é um sinônimo de liberdade, um objeto que representará mascotes em todo o mundo. O fato de que a mascote Paralímpica tem uma deficiência visível também manda uma forte mensagem: a promoção da inclusão”, declarou.

