A nova legislatura da Câmara de Maringá, que prometia renovação após o aumento de 15 para 23 vereadores, tem sido marcada por crises e polêmicas. Em sete meses, o Legislativo enfrentou a saída de Mário Hossokawa da presidência, o início turbulento da gestão Majo, com críticas ao aumento de cargos comissionados, além da cassação da vereadora mais votada da história da cidade, condenada por improbidade administrativa. A avaliação de parlamentares experientes é de que o aumento de cadeiras não elevou a qualidade dos debates, mas sim trouxe instabilidade e desgaste à imagem da Casa.
O cenário pode se agravar com novas decisões judiciais. A saída de Odair Fogueteiro, prestes a ser substituído por Onivaldo Barris, é dada como iminente, enquanto uma ação que questiona a chapa feminina do PSD pode provocar uma reviravolta, retirando cadeiras do partido e redistribuindo-as entre outras siglas. Em meio a tensões, a Câmara vive sob expectativa de novos desdobramentos políticos, com o futuro da legislatura em xeque diante do julgamento popular sobre custos e efetividade do trabalho dos vereadores.

