O projeto de lei da vereadora Giselli Bianchini, que autoriza o uso da Bíblia como material complementar nas escolas municipais, enfrenta dificuldades no Legislativo. A Comissão de Educação emitiu relatório pela inviabilidade pedagógica da proposta, mesmo após parecer favorável da Procuradoria da Câmara, e a CCJ encaminhou o texto à Secretaria de Governo.
Durante a reunião, a vereadora criticou a postura dos colegas e chegou a discutir com o vereador Luiz Neto, ameaçando levar o caso a líderes religiosos. O episódio ampliou o desgaste político, inclusive com relatos de atitudes hostis de seu marido, assessor do deputado federal Ricardo Barros, contra outros parlamentares.

