O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança das intenções de voto em todos os cenários das últimas pesquisas eleitorais para 2026, com percentuais entre 48% e 49% no primeiro turno e cerca de 49% nos testes de segundo turno contra diversos adversários.
Entretanto, a alta rejeição é um desafio central para o petista: cerca de 49,7% dos eleitores afirmam que “não votariam de jeito nenhum” em Lula, tornando-o o segundo mais rejeitado entre os principais nomes testados, atrás apenas de Jair Bolsonaro (PL), com cerca de 50% de rejeição.
Governistas avaliam que, apesar de avanços econômicos recentes — como desemprego baixo e inflação controlada — e políticas de destaque como a isenção de IR para salários até R$ 5.000, esses fatores não se traduziram em crescimento significativo de apoio fora da base consolidada.
No campo oposicionista, a rejeição também influencia a corrida: Flávio Bolsonaro (PL) registra cerca de 47,4% de rejeição, enquanto Tarcísio de Freitas (Republicanos) apresenta um índice menor, de 41,1%, o que, segundo aliados, pode favorecê-lo como alternativa para enfrentar Lula no segundo turno.

