O Ministério Público do Paraná arquivou o inquérito que investigava supostos “funcionários fantasmas” na Secretaria de Saúde de Maringá. O promotor Pedro Ivo Andrade concluiu que não houve má-fé ou intenção de fraude nos registros do CNES.
A apuração apontou inconsistências como nomes de ex-servidores ativos e cadastros duplicados, mas o entendimento foi de que os erros eram administrativos e tecnológicos, sem desvio de recursos.
Uma auditoria interna já havia excluído 28 equipes inativas. Para o MP, as falhas foram corrigidas e não houve prejuízo deliberado ao erário.

