A Câmara de Maringá arquivou o projeto que criava o chamado orçamento impositivo, após a Comissão de Constituição e Justiça não aprovar a proposta. O texto foi devolvido ao autor, vereador Uilian da Farmácia, que citou falta de consenso e impacto financeiro.
A proposta previa reservar até 1% da receita corrente líquida, cerca de R$ 23 milhões por ano, para emendas indicadas pelos vereadores. Cada parlamentar poderia direcionar cerca de R$ 1 milhão para projetos.
A Secretaria da Fazenda alertou para riscos ao planejamento orçamentário. O apoio político diminuiu durante a tramitação, e o tema pode voltar a ser debatido futuramente.

