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Zuckerberg defende monitoramento de funcionários para treinar IA

Reprodução: Meta/ Youtube

Reprodução: Meta/ Youtube

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, justificou o monitoramento de funcionários como parte da estratégia da empresa para desenvolver ferramentas de inteligência artificial. A prática envolve o rastreamento de atividades como cliques, movimentação do mouse e digitação, com o objetivo de treinar sistemas internos de IA.

Segundo o executivo, a adoção dessas tecnologias não é, por si só, a causa direta das demissões, mas faz parte de uma transformação mais ampla dentro da companhia. Zuckerberg afirmou que a Meta está em processo de adaptação e que ainda não há um cenário claro sobre o impacto dessas mudanças no longo prazo.

Apesar disso, a empresa já confirmou cortes significativos no quadro de funcionários. A previsão é de que cerca de 10% da força de trabalho seja demitida, com possibilidade de novas rodadas de desligamentos ao longo do ano, à medida que os investimentos em infraestrutura de IA aumentam.

A estratégia reflete uma tendência do setor de tecnologia, que vem priorizando investimentos em inteligência artificial mesmo que isso implique redução de equipes. Especialistas apontam que essa mudança representa uma reestruturação estrutural no mercado de trabalho, com substituição de funções por sistemas automatizados.

Internamente, a decisão gerou críticas de funcionários, que questionam tanto o monitoramento quanto os cortes. Ainda assim, a Meta mantém o foco na expansão de suas capacidades em IA, considerada prioridade para o futuro da empresa.

Fonte: TecMundo

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