Durante a cúpula do G7, na França, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou à diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, que nunca se considerou um político de esquerda, destacando sua trajetória ligada ao movimento sindical.
Em outro momento do encontro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou a situação política brasileira e classificou o país como “complicado” e “perigoso politicamente”. Ao abordar o tema, fez referência ao caso envolvendo Eduardo Bolsonaro, mas citou equivocadamente o nome de Flávio Bolsonaro.
Em resposta, Lula afirmou que Trump não tem o direito de interferir ou comentar o processo eleitoral brasileiro, independentemente de suas preferências políticas.
A troca de declarações marcou um dos momentos de maior repercussão política da reunião do G7.

