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OSM questiona verba pública no Desperta Maringá

O Observatório Social de Maringá entrou no Tribunal de Contas do Paraná contra as contratações feitas pela Prefeitura para o Desperta Maringá. A entidade protocolou uma representação com pedido de medida cautelar e questiona principalmente o uso de dinheiro público em um evento voltado ao público gospel e cristão.

Segundo o OSM, não teria sido demonstrado de forma suficiente o interesse público e coletivo que justificaria o custeio de um evento direcionado a um segmento religioso específico. O relator no TCE-PR, conselheiro José Durval Mattos do Amaral, determinou que a Prefeitura apresente esclarecimentos em cinco dias. Os cachês de Aline Barros, André e Felipe, Anderson Freire e Deive Leonardo somam R$ 1,01 milhão. Com bombeiros civis e segurança, o valor supera R$ 1,013 milhão, sem contar eventuais gastos com estrutura.

A Prefeitura afirma que o evento tem caráter cultural e social e interesse público, com programação destinada a toda a população, e que sua realização não representa adoção de religião pelo poder público. O Desperta Maringá será realizado em 19 de setembro, no Parque de Exposições. Os ingressos começaram a ser distribuídos mediante doação de 1 kg de alimento não perecível ou 1 kg de ração.

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