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’Virada Cultural 2026’ reúne cerca de 30 mil pessoas em dois dias de programação em Maringá

Crédito: Divulgação/PMM

A programação da ‘Virada Cultural 2026’ encerrou neste domingo, 23, e totalizou um público de 30 mil pessoas nos dois dias de evento. Entre shows, apresentações de artistas locais, atividades para crianças e opções de lazer para toda a família, a programação movimentou diferentes espaços da cidade. Somente neste domingo, cerca de 12 mil pessoas participaram das atrações. Neste sábado, 22, foram 18 mil pessoas.

“Vim de Apucarana só para aproveitar a Virada. Cheguei cedinho e vou fazer um bate e volta, mas fiz questão de passar o dia aqui. É muito bom ver Maringá oferecendo uma programação assim, gratuita e com tantos artistas. A gente agradece por poder viver um dia desses”, contou Isadora Magalhães, que veio à cidade para acompanhar a programação.

Para Bianca Kelmer, que utilizou o espaço de acessibilidade durante o evento, a estrutura destinada às pessoas com deficiência fez diferença na experiência. “Ter um lugar onde a gente consegue acompanhar os shows com segurança e conforto faz com que a gente se sinta incluída na programação. Fiquei muito feliz de poder estar aqui, aproveitar o evento e saber que esse espaço também foi pensado para a gente”, afirmou.

Morador de Maringá, Henrique Hortêncio passou o domingo entre amigos e atrações da Virada Cultural. “É legal ver a cidade cheia e as pessoas aproveitando. A gente vem para assistir aos shows, mas acaba encontrando conhecidos, fazendo novas amizades e convivendo com pessoas que talvez não encontrasse no dia a dia. Acho que o evento acaba aproximando todo mundo e fazendo a gente ocupar a cidade de um jeito diferente”, afirmou.

A programação reuniu artistas de diferentes estilos, com atrações para públicos de todas as idades. Entre os nomes que passaram pelos palcos neste domingo 23, estiveram A Banda Mais Bonita da Cidade e Kiko Zambianchi, além de artistas de Maringá e região.

De volta a Maringá, a vocalista da A Banda Mais Bonita da Cidade, Uyara Torrente, falou sobre a relação construída com o público da cidade. “É uma emoção muito grande voltar para Maringá. Toda vez que a gente passa por aqui, leva um pouco do amor que recebe desse público. É uma cidade que sempre nos acolhe de um jeito muito especial”, contou.

Kiko Zambianchi também comentou a receptividade do público durante a apresentação. “É um prazer estar nessa cidade que leva o nome de canção, e mais prazer ainda é ver as pessoas cantando, dançando e aproveitando esse momento”, disse. O cantor também lembrou que já compôs o hino de um time de Maringá, história que, segundo ele, faz parte da relação afetiva construída com a cidade e permanece na memória.

Kiko Zambianchi voltou a Maringá e encontrou um público pronto para cantar junto.
Kiko Zambianchi voltou a Maringá e encontrou um público pronto para cantar junto.

A presença de artistas locais também marcou o encerramento da Virada. Andrey Bocaritte, da Cia de Dança AMA Jazz, apresentou o trabalho ‘Ainda há cor’ e falou sobre a oportunidade de dividir a programação com nomes conhecidos da música. “Para quem produz arte aqui, ter um espaço como esse é uma oportunidade muito grande. A gente consegue apresentar nosso trabalho para um público diferente e dividir o mesmo evento com artistas que têm uma trajetória nacional. Isso movimenta a cena local”, afirmou.

O DJ Samu, do projeto Batidas das Ruas, levou o hip-hop para a programação e falou sobre a possibilidade de apresentar o gênero para diferentes públicos. “O hip-hop é democrático porque consegue chegar em lugares e públicos diferentes. Ter esse espaço na Virada ajuda a levar o som para mais pessoas e a mostrar a força que o movimento”, comentou.

Para o secretário de Cultura, Tiago Valenciano, a realização do evento também reforça a importância de oferecer acesso à cultura para diferentes públicos. “Pensamos em um evento que pudesse ser aproveitado por diferentes públicos. Tivemos grandes nomes da música, artistas de Maringá e região e uma programação para as crianças. O resultado que vimos nesses dois dias mostra que existe público para a cultura e vontade de participar”, afirmou.

A diversidade também esteve presente no perfil do público. Famílias, jovens, adultos e idosos acompanharam as apresentações ao longo do fim de semana, em uma programação que reuniu diferentes estilos musicais e atividades culturais.

Fonte: Prefeitura de Maringá

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