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Fundão de R$ 4,9 bi: prioridade é campanha, não o povo?

A Comissão Mista de Orçamento aprovou um fundo eleitoral de R$ 4,9 bilhões para as eleições de 2026, mantendo o mesmo patamar recorde usado em 2024. O valor é quase cinco vezes maior que a proposta do governo, que previa apenas R$ 1 bilhão. Para bancar a diferença, serão feitos cortes de R$ 2,9 bilhões em emendas de bancada e de R$ 1 bilhão em despesas discricionárias do Executivo.

O relator Isnaldo Bulhões (MDB-AL) defendeu a medida como forma de “corrigir o equívoco do governo”. Além do fundo, a proposta orçamentária prevê salário mínimo de R$ 1.631 e meta de superávit de R$ 34,3 bilhões. A LDO ainda busca blindar o fundão contra bloqueios de recursos no futuro.

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