Por ordem do Supremo Tribunal Federal, quatro servidores foram afastados por suspeita de acessar e vazar dados fiscais ligados à família do ministro Alexandre de Moraes.
Os investigados atuavam em São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro, incluindo um funcionário do Serpro. Eles são acusados de múltiplos acessos ilícitos.
Os suspeitos usam tornozeleira eletrônica, tiveram passaportes retidos e estão proibidos de acessar sistemas da Receita. A PF apura quem teria encomendado as informações.

