A Polícia Federal investiga uma organização criminosa que teria pago até R$ 2 milhões para influenciadores e jornalistas divulgarem ataques ao Banco Central nas redes sociais.
A apuração integra a Operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF, que determinou novas buscas contra investigados, entre eles o publicitário Thiago Miranda Silva.
Segundo a PF, o grupo atuava por meio do chamado “Projeto DV”, voltado à promoção do Banco Master e à deslegitimação das ações do Banco Central.
Os participantes assinavam acordos de confidencialidade com multa de R$ 800 mil antes de conhecerem os detalhes da estratégia, apresentada como um serviço de gerenciamento de reputação.

