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Redes divididas: Esquerda vence no curto prazo, mas direita mantém força histórica

Imagem gerada por IA

A disputa pelo voto do eleitorado brasileiro ganhou um novo e surpreendente capítulo no ambiente virtual. Conhecida pela histórica dominância digital, a direita perdeu a liderança em interações nas redes sociais pela primeira vez em 2026. É o que revela um levantamento inédito da empresa de análise Bites, que monitorou o comportamento dos principais influenciadores políticos do país no início do segundo turno das eleições de outubro.

Entre os dias 4 e 11 de outubro de 2026, as páginas de esquerda registraram uma explosão de atividade nas plataformas da Meta (Instagram e Facebook). O engajamento desse grupo saltou impressionantes 783%, alcançando a marca de 49 milhões de interações. No mesmo período, a direita também cresceu, mas em ritmo consideravelmente menor: avançou 162%, somando 45 milhões de interações.

O peso do histórico e as trincheiras digitais

Apesar do forte avanço da esquerda no curto prazo, o cenário geral ainda mostra um ecossistema digital amplamente favorável ao campo conservador. Dados acumulados de institutos como a Zeeng e o Instituto Democracia em Xeque mostram que, no balanço anual da campanha e da pré-campanha, a direita mantém médias por publicação e volumes absolutos superiores.

A capilaridade de cada espectro político varia conforme a rede social:

Especialistas apontam que a virada temporária da esquerda reflete o esforço concentrado de militância e o foco estratégico no início do segundo turno, evidenciando que a guerra digital de 2026 está longe de ser decidida por W.O.

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