O delegado Leandro Roque Munin, titular da Denarc de Maringá, foi indiciado pela Corregedoria pelos crimes de falsidade ideológica e prevaricação. O caso está agora sob análise do promotor Pedro Ivo de Andrade, da 20ª Promotoria de Justiça. A investigação começou após a apreensão de 94 relógios de luxo, um deles roubado em São Paulo em assalto milionário. Munin teria inicialmente autuado o comerciante por receptação, mas anulou o flagrante depois da saída dos policiais paulistas.
Segundo a Corregedoria, o delegado também teria usado um documento sem autorização para tentar obter imagens de segurança da delegacia. Os vídeos mostrariam a visita de um policial militar aposentado, que teria intercedido em favor do comerciante preso.