Os Estados Unidos afirmaram na ONU que a operação que resultou na captura de Nicolás Maduro não foi um ato de guerra, mas uma ação policial de grande escala. O embaixador Mike Waltz disse que Washington não ocupa a Venezuela nem ataca seu povo e classificou Maduro como narcotraficante. Em Nova York, o ex-presidente venezuelano se declarou inocente e afirmou ser um “prisioneiro de guerra” do governo Trump.
Enquanto isso, Donald Trump descartou eleições na Venezuela nos próximos 30 dias, alegando que o país precisa ser “consertado” antes. A vice-presidente Delcy Rodríguez tomou posse como presidente interina, disse assumir o cargo com “dor, mas com honra” e afirmou estar disposta a cooperar com os EUA em uma relação equilibrada, enquanto Trump declarou liderar diretamente a supervisão das ações americanas no país.