O debate sobre a saúde pública em Maringá ganhou força após o anúncio político da construção de novas UPAs, enquanto documentos do Governo do Paraná indicam investimento de R$ 14 milhões para dois Prontos Atendimentos Municipais (PAMs) nas zonas Leste e Oeste da cidade.
Na última semana, a prefeitura apresentou os terrenos das futuras unidades e oficializou a mudança de nomenclatura: as estruturas antes chamadas de UPAs passam a ser classificadas como PAMs, o que gerou dúvidas na população sobre possíveis diferenças entre os modelos.
Tecnicamente, UPA e PAM não são a mesma coisa. As UPAs seguem normas federais rigorosas, com estrutura mais complexa, enquanto os PAMs são de gestão municipal, voltados a atendimentos de menor complexidade. O modelo já foi adotado pelo Estado em outras cidades e agora chega a Maringá.