Na abertura do ano judiciário de 2026, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, anunciou que a ministra Cármen Lúcia será relatora da proposta que cria o primeiro Código de Ética do Supremo. A iniciativa enfrenta resistência interna entre ministros contrários às novas regras.
Segundo Fachin, o objetivo é reforçar a responsabilidade institucional e reconstruir a confiança da sociedade, abalada por denúncias recentes. Para especialistas, a aprovação do código será decisiva para estabelecer limites claros entre interesses públicos e privados no tribunal.