Um projeto protocolado na Câmara de Maringá quer obrigar loteadoras e construtoras a destinarem 10% de novos loteamentos para habitação popular.
A proposta do vereador William Gentil determina que os terrenos sejam entregues com infraestrutura completa, incluindo asfalto, iluminação, água e energia elétrica.
O texto prevê que os lotes transferidos ao município possam ser usados em programas habitacionais municipais, estaduais ou federais, como o Minha Casa, Minha Vida.
O projeto ainda será analisado pelas comissões da Câmara antes de seguir para votação em plenário.