A servidora comissionada Meire Cristina Pinheiro Gabriel pediu exoneração do cargo na Prefeitura de Maringá, alegando ter sido vítima de assédio moral, humilhações e constrangimentos no ambiente de trabalho. Em carta encaminhada ao prefeito Silvio Barros II (PP), ela afirmou que a decisão não teve motivação técnica, mas foi provocada por “motivos extremamente graves e inaceitáveis”.
Meire, que atuou no CRAM e em outras pastas municipais, denunciou episódios de discriminação após revelar ter câncer hematológico controlado e relatou ter sido intimidada por três homens em um gabinete, episódio que a levou a formalizar denúncia ao setor de Recursos Humanos. Segundo ela, a administração tratou o caso como uma disputa interna, e a falta de medidas efetivas a fez optar pela saída “para preservar sua integridade física e mental”.