O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um acordo estratégico com o governo interino da Venezuela para a entrega de 30 a 50 milhões de barris de petróleo de alta qualidade aos americanos. O volume equivale a cerca de dois meses da produção venezuelana e será vendido a preço de mercado, com controle total dos recursos pelos EUA, que alegam querer evitar desvios após a queda de Nicolás Maduro. O acordo redireciona o petróleo que antes ia para a China às refinarias da costa do Golfo.
Paralelamente, Trump abriu uma nova frente de tensão diplomática ao discutir publicamente a possibilidade de adquirir a Groenlândia, território da Dinamarca. A sinalização de que o uso de força militar não está descartado provocou reação dura da Europa e colocou a OTAN em alerta, com líderes europeus reafirmando que qualquer decisão sobre a ilha cabe apenas aos groenlandeses e dinamarqueses.