O público brasileiro já pode conferir nos cinemas os mistérios de Dia D, a nova aposta de ficção científica dirigida por Steven Spielberg. O longa-metragem acompanha a jornada de um hacker talentoso e uma repórter que unem forças para expor uma verdade impactante: a humanidade mantém contato com vida alienígena há quase 80 anos. Apesar do forte apelo visual projetado para as telonas, parte do público prefere aguardar o lançamento doméstico, que já possui um cronograma previsível baseado no histórico da distribuidora.
A produção chega aos cinemas cercada de expectativas comerciais e boa recepção crítica, registrando 83% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. Analistas do setor indicam que o filme deve estrear com uma bilheteria entre 35 e 50 milhões de dólares nos Estados Unidos. A expectativa é de que a arrecadação global ultrapasse a marca dos 300 milhões de dólares, garantindo a lucratividade da obra e a manutenção das janelas tradicionais de exibição antes da chegada ao formato digital.
Como os direitos de distribuição pertencem à Universal Pictures, a exclusividade total dos cinemas deve durar entre 30 e 45 dias. Com isso, a previsão é que Dia D chegue primeiro para compra e aluguel digital em plataformas como Apple TV e Claro Video entre o final de julho e o início de agosto. Essa primeira transição depende diretamente do ritmo de faturamento nas bilheterias durante as próximas semanas.
Já para quem prefere assistir ao filme diretamente por meio de um serviço de streaming por assinatura, o tempo de espera será um pouco maior. O padrão adotado pela Universal prevê uma janela que varia de 90 a 120 dias após a estreia cinematográfica. Seguindo essa linha, o público que deseja ver o longa sem custo adicional na assinatura terá que aguardar até meados de setembro ou o início de outubro.
Embora o destino de Dia D nos Estados Unidos seja a plataforma Peacock, o cenário para o mercado brasileiro aponta para outra direção. Recentemente, grandes lançamentos da Universal no Brasil migraram diretamente para o catálogo do Amazon Prime Video. Por conta desse histórico de parcerias e contratos vigentes na região, o serviço da Amazon surge como o destino mais provável para receber a produção em solo nacional.
Fonte: Minha Série