A campanha do presidente Lula anunciou que aceita as condições apresentadas por Flávio Bolsonaro para a abertura dos sigilos bancário, fiscal e telefônico dos dois candidatos. A lista do senador do PL inclui ex-assessores do presidente, familiares, empresas ligadas a Fábio Luís, o Lulinha, o Instituto Lula e os gastos do cartão corporativo da Presidência.
As exigências também abrangem a agenda da primeira-dama Janja, registros de visitantes do Palácio do Planalto e uma reunião com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Flávio afirmou aceitar a abertura dos próprios sigilos dos últimos 20 anos, enquanto Lula havia proposto inicialmente um período de oito anos.
Até o momento, nenhum dado foi liberado. As declarações públicas e as petições mencionadas não provocam a quebra automática dos sigilos, e Flávio ainda não teria protocolado uma autorização formal no tribunal. A disputa pode servir principalmente como argumento político na reta final da campanha.