A Enel, principal integrante do consórcio Luz de Maringá, avalia deixar a gestão da iluminação pública da cidade. A empresa já consultou a prefeitura sobre a possibilidade de alterar a composição societária, mas não detalhou os motivos da decisão, que ainda está em análise pelo Executivo.
O contrato enfrenta dificuldades financeiras e operacionais. Em janeiro de 2026, o consórcio sofreu descontos significativos, com retenção de cerca de R$ 269 mil para pagamento de multas, que já ultrapassam R$ 800 mil.
Além disso, a modernização da iluminação segue travada, já que o grupo não comprovou o cumprimento de metas contratuais. O contrato, firmado em 2024, prevê a troca de 55 mil lâmpadas até 2037.