Diante de índices de reprovação de 51%, o governo Lula intensifica medidas econômicas para melhorar a popularidade antes das eleições.
Entre as ações estão programas de renegociação de dívidas, subsídios ao diesel e iniciativas para conter o preço do gás e da energia.
Especialistas alertam para o impacto fiscal dessas medidas, embora o objetivo seja gerar alívio imediato para a população e melhorar o cenário econômico.